segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A arqueologa Niéde Gudion fez muito mais


O que Leonel Brizola fez pelo Piauí? Essa é uma pergunta intrigante, feita hoje pelo jornalista Alisson Paixão, na sua coluna. Que eu saiba, absolutamente nada! Então porque o governo do estado do Piauí resolveu homenageá-lo, dando o seu nome a ponte que liga o bairro Mocambinho ao bairro Pedra Mole? Isso deve ser coisa de quem não conhece a historia do Piauí ou de esquerdista admirador desse político que obrigou o seu cunhado João Goulart, a radicalizar o seu governo, fazendo com que os militares assumissem o poder. O resto dessa triste história você sabe.   

Se há uma em todo o estado do Piauí, alguém que merece uma grande homenagem, essa pessoa se chama Niéde Guidon, uma mulher forte, determinada e com grande visão de futuro, que além de colocar o Piauí no Mapa Mundo ao criar o Parque Nacional da Serra da Capivara e o Museu do Homem Americano, está fazendo uma verdadeira revolução silenciosa, no município de São Raimundo Nonato, onde se percebe a olho nu, que os jovens desse importante município piauiense têm uma mentalidade muito diferente dos demais municípios piauienses.

O campus da Universidade do Vale o São Francisco (UNIVASF), já formou uma turma de arqueólgos e muitos deles já estão fazendo mestrado. Tudo isso, graças a Niéde Guidon. Com a conclusão do aeroporto de São Raimundo Nonato, esse município via ficar ligado direto no primeiro mundo.

Um homenagem ao líder comunitário Chimba, seria justa, ele que sempre lutou, pedindo de porta em porta, pela inauguração desta obra. Chimba foi quem lançou o projeto da ponte, fazendo um abaixo-assinado que teve mais de 2 mil assinaturas favoráveis.


Sem querer aqui puxar brasa para a minha sardinha e sem ter a pretensão de ser comparado a Niéde Guidon e nem a Chimba, cito aqui o caso da Ponte da Amizade, cujo nome oficial é José Sarney. Uma ponte que é fruto de uma idéia e de uma luta minha, que me levou a criar o comitê Pró Ponte em 1988, que coletou 75 mil assinaturas nas cidades de Timon e Teresina e promover uma forte campanha na imprensa escrita, na imprensa falada e televisada. E quando da inauguração dessa ponte que liga Timon a Teresina, os seus organizadores da festa não tiveram sequer, a gentileza de me convidar para a festa. Nos discursos o meu nome sequer foi citado.

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