No jogo de queda de braço, o desafiante testa a sua
resistência, ao mesmo tempo em que testa a resistência do seu adversário.
Parece ser esse o jogo da presidenta da república Dilma Rousseff, com a
imprensa, no caso Caros Lupi. Com a presidenta tendo motivos de sobra para
demitir esse seu ministro, mas ela não quer passar para a opinião pública, a idéia
de que as demissões que vem ocorrendo no seu governo estão sendo determinadas
pela imprensa. Uso aqui um termo usado pelo blogueiro Josias de Sousa, para
explicar o pensamento dos petistas com relação a esse assunto: “Imprensa-denuncia-presidente-demite“.
Enquanto o Palácio do Planalto não se define pela demissão de Carlos Lupi e nem
ele resolve pedir demissão, a queda de braço continua, com a imprensa ganhando um
jogo, onde os derrotados estão sendo a própria presidenta, o ministro e o seu
partido.
Carlos
Lupi tem revelado um desmedido apego ao poder
Chega a ser ridícula a determinação do ministro do
Trabalho e Emprego (MTE), Carlos Lupi em permanecer nesse cargo, uma vez que a
presidenta da republica Dilma Rousseff, não é de hoje, vê na figura desse ministro,
um estorvo, algo que precisa ser eliminado, para o bem do seu governo. No seu próprio partido, a maioria expressiva dos
seus dos parlamentares, já vem demonstrando certo desconforto, com a insistência
de Carlos Lupi em permanecer nesse ministério, mesmo sendo submetido quase que
diariamente a vexames e ridículo; o que acaba comprometendo também a imagem do
PDT.
O
Brasil comemora ganhos modestos
O ex-presidente da república Luís Inácio da Silva, segundo
fontes do Palácio do Planalto, ficou irritadíssimo com a posição do Brasil no
ranking do IDH (Índice de desenvolvimento Humano), da ONU. Onde este país
aprece em 84º lugar entre 187 países. O ranking leva em conta indicadores nas
áreas de escolaridade, renda e expectativa de vida. Mas muita gente dentro do
atual governo comemorou essa nossa posição, por representar uma melhoria nesse
ranking, embora modesto.
Um
incentivo a imoralidade administrativa
O projeto do deputado Ismar Marques (PSB), aprovado na
Assembléia Legislativa do Piauí e que visa reduzir em até 80% as multas
aplicadas pelo Tribunal de Contas do Estado aos gestores e ex-gestores públicos
estaduais e municipais nos anos de 2008 até 2011, é um incentivo a imoralidade
administrativa. Está certo o Tribunal de Contas do Estado (TCE) em buscar um
conversa como governador do Estado, Wilson Martins, visando convencê-lo da
necessidade da aplicação do veto a um projeto que cobre de ridículo, um poder
que tem o dever constitucional de proteger os cidadãos dos assaltos aos cofres
públicos, perpetrados por gestores inescrupulosos.
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