sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Dilma Rousseff "joga queda de braço" com a imprensa


No jogo de queda de braço, o desafiante testa a sua resistência, ao mesmo tempo em que testa a resistência do seu adversário. Parece ser esse o jogo da presidenta da república Dilma Rousseff, com a imprensa, no caso Caros Lupi. Com a presidenta tendo motivos de sobra para demitir esse seu ministro, mas ela não quer passar para a opinião pública, a idéia de que as demissões que vem ocorrendo no seu governo estão sendo determinadas pela imprensa. Uso aqui um termo usado pelo blogueiro Josias de Sousa, para explicar o pensamento dos petistas com relação a esse assunto: “Imprensa-denuncia-presidente-demite“. Enquanto o Palácio do Planalto não se define pela demissão de Carlos Lupi e nem ele resolve pedir demissão, a queda de braço continua, com a imprensa ganhando um jogo, onde os derrotados estão sendo a própria presidenta, o ministro e o seu partido.

Carlos Lupi tem revelado um desmedido apego ao poder   

Chega a ser ridícula a determinação do ministro do Trabalho e Emprego (MTE), Carlos Lupi em permanecer nesse cargo, uma vez que a presidenta da republica Dilma Rousseff, não é de hoje, vê na figura desse ministro, um estorvo, algo que precisa ser eliminado, para o bem do seu governo.  No seu próprio partido, a maioria expressiva dos seus dos parlamentares, já vem demonstrando certo desconforto, com a insistência de Carlos Lupi em permanecer nesse ministério, mesmo sendo submetido quase que diariamente a vexames e ridículo; o que acaba comprometendo também a imagem do PDT.

O Brasil comemora ganhos modestos

O ex-presidente da república Luís Inácio da Silva, segundo fontes do Palácio do Planalto, ficou irritadíssimo com a posição do Brasil no ranking do IDH (Índice de desenvolvimento Humano), da ONU. Onde este país aprece em 84º lugar entre 187 países. O ranking leva em conta indicadores nas áreas de escolaridade, renda e expectativa de vida. Mas muita gente dentro do atual governo comemorou essa nossa posição, por representar uma melhoria nesse ranking, embora modesto.

Um incentivo a imoralidade administrativa

O projeto do deputado Ismar Marques (PSB), aprovado na Assembléia Legislativa do Piauí e que visa reduzir em até 80% as multas aplicadas pelo Tribunal de Contas do Estado aos gestores e ex-gestores públicos estaduais e municipais nos anos de 2008 até 2011, é um incentivo a imoralidade administrativa. Está certo o Tribunal de Contas do Estado (TCE) em buscar um conversa como governador do Estado, Wilson Martins, visando convencê-lo da necessidade da aplicação do veto a um projeto que cobre de ridículo, um poder que tem o dever constitucional de proteger os cidadãos dos assaltos aos cofres públicos, perpetrados por gestores inescrupulosos.  

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