O
mundo vive um momento particularmente grave e a ameaça de um terceira guerra
passa a ser um dado concreto
O mundo passa por um momento de forte turbulências,
tanto no que diz respeito às finanças dos países, quanto aos problemas de
natureza política, que estão a colocar de um lado os EUA, que defendem e apóiam
os ideais dos lideres da Primavera Árabe e do outro lado, a Rússia que não quer
perder a sua influência e mercado em países como a Síria.
Um problema que aparentemente já estava resolvido entre
essas duas potências nucleares, que é o escudo antimíssil do EUA que os norte-americanos
querem instalar as portas dos russos, volta a ameaçar o mundo.
Os Estados Unidos garantem que os planos de
instalação de um escudo antimíssil na Europa são para valer.
O presidente russo responde a ameaça dos EUA,
anunciando que vai colocar mísseis balísticos no enclave de Kalininegrado, às
portas da União européia, em resposta ao programa norte-americano de defesa
antimíssil.
Essa mistura de crise financeira, com crise política
e crise de defesa, forma um caldo de cultura, capaz de provocar uma terceira
guerra mundial. E essa ameaça que começa a pairar sobre nossas cabeças, é
concreta, sobretudo num momento como este, em que as nações mais ricas do
planeta estão sob a ameaça constante de verem as suas economias ruírem.
O que me conforta, é a certeza de que ninguém
escapará ileso de uma aventura nuclear. Mas diante
de uma séria ameaça vinda de um país considerado poderoso, quem tiver artefato
nuclear, lançará mão dele.
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