quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Superpopulação é receita para o desastre


A mudança climática é só um dos graves problemas provocados pela superpopulação, pois toda vez que a população aumenta, o planeta sente os seus efeitos nocivos, como por exemplo, os provocados pela devastação das florestas, para o plantio de grãos e que são usados como alimentos para todas as espécies de animais, inclusive humano, e para a construção de novas moradias.

A mudança no clima provoca, ainda, a diminuição na colheita, devido às intempéries, que ocorrem na forma de seca, chuvas diluvianas, geadas e ciclones. Isso acontece com regularidade em todas as partes do planeta Terra.
São poucas a vozes que hoje se levantam e ousam contrariar o pensamento dominante, inspirado nas leis de mercado e do sistema capitalista, que só visa o lucro e o aumento das vendas. E para que isso aconteça, é preciso que a população esteja sempre crescendo, o que garante o aumento do consumo.

A produção de alimentos, que produz um efeito devastador na natureza, precisa aumentar indefinidamente porque, hoje em dia, além dos humanos, a produção de grãos, serve também para alimentar o gado, cuja demanda só faz aumentar, a partir do momento em que países como a China e a Índia se transformaram num grande mercado consumidor de carne bovina.

Há também a problemática indústria automobilística, a que mais cresce em todo o mundo, e talvez o maior agente causador da mudança climática, mas é óbvio que existem outros fatores, como o já citado acima, mas nenhum deles com o mesmo poder de alterar o clima, como os dos automóveis, que além de poluírem o ar com a emissão de gás carbônico ou dióxido de carbono, ainda se transformam em lixo.

Mas como nenhum país quer abrir mão do “progresso e do desenvolvimento”, a tendência é uma alteração do clima ainda maior. O que nos leva a concluir que os danos serão maiores, de proporções inimagináveis e de conseqüências imprevisíveis. E o que veremos é um grande desastre. 

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