A mudança climática é só um dos graves problemas
provocados pela superpopulação, pois toda vez que a população aumenta, o planeta
sente os seus efeitos nocivos, como por exemplo, os provocados pela devastação
das florestas, para o plantio de grãos e que são usados como alimentos para todas
as espécies de animais, inclusive humano, e para a construção de novas moradias.
A mudança no clima provoca, ainda, a diminuição na
colheita, devido às intempéries, que ocorrem na forma de seca, chuvas
diluvianas, geadas e ciclones. Isso acontece com regularidade em todas as
partes do planeta Terra.
São poucas a vozes que hoje se levantam e ousam
contrariar o pensamento dominante, inspirado nas leis de mercado e do sistema
capitalista, que só visa o lucro e o aumento das vendas. E para que isso aconteça,
é preciso que a população esteja sempre crescendo, o que garante o aumento do
consumo.
A produção de alimentos, que produz um efeito
devastador na natureza, precisa aumentar indefinidamente porque, hoje em dia,
além dos humanos, a produção de grãos, serve também para alimentar o gado, cuja
demanda só faz aumentar, a partir do momento em que países como a China e a Índia
se transformaram num grande mercado consumidor de carne bovina.
Há também a problemática indústria automobilística,
a que mais cresce em todo o mundo, e talvez o maior agente causador da mudança climática,
mas é óbvio que existem outros fatores, como o já citado acima, mas nenhum
deles com o mesmo poder de alterar o clima, como os dos automóveis, que além de
poluírem o ar com a emissão de gás carbônico ou dióxido de carbono, ainda se transformam
em lixo.
Mas como nenhum país quer abrir mão do “progresso e
do desenvolvimento”, a tendência é uma alteração do clima ainda maior. O que
nos leva a concluir que os danos serão maiores, de proporções inimagináveis e
de conseqüências imprevisíveis. E o que veremos é um grande desastre.
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