A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, assistiu
hoje em Salvador, capital do estado da Bahia, ao Encontro Iberoamericano de
Alto Nível, como parte das comemorações do Ano Internacional dos Afros
descendentes, denominado Afro XXI.
A reunião de Alto Nível foi precedida de três dias de amplos debates e mesas redondas, entre representantes de nações latino-americanas, caribenhas, africanas e européias, assim como por atividades paralelas em um evento das entidades não governamentais dedicadas a esta temática.
Afro XXI foi uma iniciativa conjunta do Ministério de Relações Exteriores, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, o Governo do estado de Bahia e a Secretaria Geral Iberoamericana.
A reunião de Alto Nível concluiu os quatro dias de sessões, que começaram no dia 16 deste mês, com o encontro das entidades não estatais, e de maneira oficial no dia 17 com os discursos de abertura dos organizadores.
Dar maior visibilidade social, cultural, política e econômica dos afros descendentes nos países da América Latina e do Caribe, constituiu um dos objetivos desse encontro, que pretende também destacar políticas públicas de inclusão para a população de origem africana.
O evento ofereceu novas perspectivas de cooperação e diálogo entre as nações e a sociedade civil, na busca da eliminação da discriminação, da qual ainda são vítimas na América Latina e no Caribe, os descendentes de africanos.
Além da presença de Rousseff, a esse encontro de Alto Nível, estiveram também presentes, os presidentes de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca; da Guiné, Alpha Conde; e do Uruguai, José Mujica; assim como outras altas autoridades de países com significativa população afro descendente.
O ponto alto desse Encontro Iberoamericano, foram os discursos dos presidentes Alpha Conde (Guiné) e Jorge Carlos Fonseca (Cabo Verde), que destacaram a participação dos negros na formação da identidade nacional brasileira. Uma parte do discurso do presidente Alpha Conde, que merece destaque - foi quando ele falou do desconhecimento da nova realidade africana, sobretudo, de parte dos brasileiros, que só conhecem o lado negativo dos países que integram o continente africano, no que tange as doenças. Uma realidade onde se destaca a democracia caboverdiana e guineense. O discurso de Jorge Carlos Fonseca foi igualmente brilhante, o que demonstra o excelente preparo desses dois governantes.
A reunião de Alto Nível foi precedida de três dias de amplos debates e mesas redondas, entre representantes de nações latino-americanas, caribenhas, africanas e européias, assim como por atividades paralelas em um evento das entidades não governamentais dedicadas a esta temática.
Afro XXI foi uma iniciativa conjunta do Ministério de Relações Exteriores, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, o Governo do estado de Bahia e a Secretaria Geral Iberoamericana.
A reunião de Alto Nível concluiu os quatro dias de sessões, que começaram no dia 16 deste mês, com o encontro das entidades não estatais, e de maneira oficial no dia 17 com os discursos de abertura dos organizadores.
Dar maior visibilidade social, cultural, política e econômica dos afros descendentes nos países da América Latina e do Caribe, constituiu um dos objetivos desse encontro, que pretende também destacar políticas públicas de inclusão para a população de origem africana.
O evento ofereceu novas perspectivas de cooperação e diálogo entre as nações e a sociedade civil, na busca da eliminação da discriminação, da qual ainda são vítimas na América Latina e no Caribe, os descendentes de africanos.
Além da presença de Rousseff, a esse encontro de Alto Nível, estiveram também presentes, os presidentes de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca; da Guiné, Alpha Conde; e do Uruguai, José Mujica; assim como outras altas autoridades de países com significativa população afro descendente.
O ponto alto desse Encontro Iberoamericano, foram os discursos dos presidentes Alpha Conde (Guiné) e Jorge Carlos Fonseca (Cabo Verde), que destacaram a participação dos negros na formação da identidade nacional brasileira. Uma parte do discurso do presidente Alpha Conde, que merece destaque - foi quando ele falou do desconhecimento da nova realidade africana, sobretudo, de parte dos brasileiros, que só conhecem o lado negativo dos países que integram o continente africano, no que tange as doenças. Uma realidade onde se destaca a democracia caboverdiana e guineense. O discurso de Jorge Carlos Fonseca foi igualmente brilhante, o que demonstra o excelente preparo desses dois governantes.
Eu não poderia deixar de destacar aqui também, o
discurso marcado pela simplicidade, mas não menos importante do presidente José
Mujica, que bem ao seu feitio, recebeu calorosos aplausos.
Ponto para o governo da presidenta Dilma Rousseff e
para os organizadores desse importante evento, na semana em que se comemora em todo o país o dia
da consciência negra.
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