A reação negativa nas redes sociais da
notícia dando conta da contratação pelo governo do estado do Piauí da banda
Parangolé, uma banda baiana que faz apologia da imoralidade, para animar à
festa de reinauguração de um parque de diversão, obrigou o governador Wilson Martins (PSB) e o seu
secretário de infraestrutura a deixar de destacar a presença dessa banda em Teresina,
como maior atração da reinauguração de um parque de diversão.
A propósito: o porta voz do governo do
Piauí, o jornalista Fenelon Rocha, não passa de uma mera figura decorativa, porque
não fala em nome desse governo, cabendo ao próprio governador desempenha um
papel que cabe ao assessor de imprensa.
O governador Wilson Martins (PSB), que fala
pelos cotovelos e que somado o tempo que usa nas emissoras de televisão do seu
estado para falar das sua realizações, Fidel Castro perde de longe. Isso é o que se pode chamar de super
exposição ou de culto à personalidade.
Em Tempo: o dinheiro que
o estado do Piauí irá pagar a essa banda baiana, de gosto duvidosos por uma
simples apresentação, seria mais bem aplicado se fosse pago a várias bandas
locais que em matéria de qualidade estão mil anos luzes a frente dessa que
exalta a coisa imoral e que não acrescenta nada à cultura piauiense.

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