sábado, 17 de janeiro de 2015

Uma derrota de Dilma Rousseff fortalecerá a oposição

Uma provável vitória do peemedebista Eduardo Cunha enfraquecerá ainda mais o governo da presidenta Dilma Rousseff, que já anda muito fragilizado, porque encontra-se envolvido no rumoroso escândalo do Petrolão e não consegue criar uma agenda positiva para o país e, o PMDB que divide o poder com o PT está mais para adversário do que aliado.  

O governo Dilma Rousseff que começou sendo engolfado pela crise do Petrolão, para agravar ainda mais uma situação já bastante delicada, eis que surge na mídia denunciando o clima de insatisfação existente no seio desse partido, uma militante histórica, no caso a senadora Marta Suplicy, exortando o governo e o seu partido para uma reflexão profunda e uma mudança de rumo, porque segundo essa senadora, se não houver um desvio de rota, o governo federal e o PT vão bater com a cara contra o muro.

Não custa nada lembrar a frase bastante emblemática dita pela senadora Marta Suplicy: “o PT muda ou acaba”, no que foi seguida pelo ex-petista e senador Cristovam Buarque (PDT-DF) que acrescentou: “o PT não vai mudar enquanto estiver acostumado com os salões dos palácios.”  

A vitória apertada de Dilma Rousseff na eleição presidencial foi o primeiro sinal emitido pelas ruas, dando conta de que o PT no governo tinha se perdido e que anda batendo cabeças. Mas pelo visto os palacianos não entenderam ou quiseram entender o recado e insistem em andar na contramão.

Uma vitória de Eduardo Cunha na disputa pela Câmara Federal aumentará o poder de fogo da oposição que contará com um aliado no comando de uma das casas do Poder Legislativo.      Se Dilma Rousseff perder a disputa para a presidência da Câmara Federal, o seu governo passará a correr muito perigo. Por isso ela não pode perder essa parada. É um caso de vida ou morte.

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