quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Wellington investe na divisão e enfraquecimento do PMDB

Wellington Dias resolveu investir pesado na divisão e no enfraquecimento do PMDB ao tentar atrair, para a sua base de apoio, o deputado estadual peemedebista José de Ribamar Santana, mais conhecido como Zé Santana. A conquista do apoio desse deputado de primeiro mandato (ex-diretor da Assembléia Legislativa do Estado do Piauí (ALEPI) nas gestões anteriores do deputado estadual Themístocles Filho) representará um duro golpe no maior partido de oposição e nas pretensões de Themístocles Filho de continuar na presidência do Poder Legislativo.     

O xadrez político que está sendo armado no estado do Piauí guarda alguma semelhança com o que está sendo também armado em Brasília, onde a presidenta Dilma Rousseff não quer que se eleja presidente da Câmara Federal o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) - que não é bem visto pelo Palácio do Planalto por ser um adversário muito perigoso, o que definitivamente não é o caso de Themístocles Filho. Mas essa investida do governador fatalmente deixará seqüelas de ambos os lados, qualquer que seja o resultado da eleição para presidente da ALEPI.    

 A melhor política para o governador Wellington Dias é construir um consenso, mesmo que esse consenso seja favorável ao PMDB, desde é claro que os peemedebistas se comprometam em garantir a governabilidade, o que sempre fizeram nos governos anteriores do PT.

Dentro do PMDB existe um clima de animosidade contra o deputado Fabio Novo, um ex-tucano que só se filiou ao PT após Lula chegar ao poder e que pretende se eleger presidente da Assembléia Legislativa. A propósito: se a eleição fosse hoje, Themístocles Filho seria eleito. 

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