quarta-feira, 14 de outubro de 2015

O Exército rompe o silêncio



O comandante do Exército, o general Eduardo Villas Boas opinou sobre a situação extremamente difícil que o país atravessa e disse: “E ai nesse contexto, nós nos preocupamos porque passa a nos dizer respeito diretamente”.

Pesquisa Datafolha feita com o público da ‘Folha de S. Paulo’ mostra que para 57% a presidente Dilma Rousseff continua onde está; no entanto, a renúncia é defendida por 61%; na pergunta sobre impeachment, um grupo menor, de 51%, se mostrou favorável ante 66% do eleitorado total no último levantamento nacional do instituto, em agosto; o Congresso Nacional é desaprovado por 67%; maioria disse que votou em Aécio Neves para presidente em 2014.

Essa pesquisa Datafolha revela que o país não quer o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, embora reconheça o momento difícil que o seu governo atravessa. Nas entrelinhas o comandante do Exército, o General de Exército Eduardo Villas Boas sugere que o impeachment da presidenta jogará fatalmente o país numa crise mais grave ainda.

Esse posicionamento do general Eduardo Villas Boas sugere que o Brasil, para vencer essa grave crise precisa fazer um Pacto Nacional. Uma concertación de Partidos pela democracia. Uma coalizão de partidos políticos de esquerda, de centro e de direita que vise salvar o país de uma tragédia iminente se nada for feito no sentido de salvaguardar o país. 


A oposição quer tirar o Partido dos Trabalhadores (PT), mas não tem uma agenda positiva para o país e muito menos um projeto de governo alternativo.

por Joachim Arouche
 

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