quinta-feira, 3 de março de 2016

O maquiavelismo de Cunha não tem limite





O presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ao contratar o ex-procurador-geral da república Antonio Fernando de Souza (foto), responsável pela denúncia do escândalo do Mensalão, para defendê-lo no processo que corre no STF, o fez com segundas intenções, ou seja, tentar desqualificar o Ministério Público Federal (MPF) ou no mínimo criar algum constrangimento ao Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot.

Segundo a coluna Radar Online da revista Veja, Antonio Fernando de Souza, advogado de Cunha que foi procurador geral da república, impôs como condição para continuar na defesa Cunha que cessassem imediatamente os ataques a Rodrigo Janot.  

Esse gesto de Antonio Fernando de Souza não deixa de ser louvável, mas, mais louvável seria se ele tivesse declinado do convite feito pelo presidente da Câmara Federal para defende-lo no STF.

Provocou constrangimento na plateia que compareceu ontem (02/03) à sessão plenária do STF para análise da denúncia contra Cunha, a presença do advogado de defesa de Eduardo Cunha, Antonio Fernando de Souza, o ex-procurador-geral da república que denunciou o escândalo do Mensalão e disse nessa oportunidade que esse malfeito foi praticado por uma sofisticada quadrilha que assaltou os cofres públicos do país.

No Brasil é o dinheiro que nos move.

por Sebastião do Divino Pai Eterno da Silva Quadros
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