quarta-feira, 9 de março de 2016

O momento é de pacificação e conciliação nacional




O PT e o PMDB perderam a confiança da nação e por isso mesmo não tem legitimidade para comandar o processo de reestruturação do país

Está previsto pro próximo sábado uma manifestação que os seus organizadores esperam que aconteça em todo território nacional.

Antes que a oposição me critique, antecipo-me as críticas e afirmo que protestar e manifestar-se contra o governo de plantão é um ato democrático. Feita essa observação que julgo necessária, digo que o momento nacional não permite qualquer tipo de manifestação, contra ou a favor do governo, porque as crises que estão levando este país a desintegração, é de extrema gravidade e que o mais aconselhável neste momento é unir esforços para pacificar um país dividido e após esse objetivo ter sido alcançado a presidenta Dilma Rousseff deve sair a campo e propor um pacto político, capaz de recolocar o país no trilho do crescimento.

Com muita gente no Partido dos Trabalhadores(PT) apostando e investindo no confronto na tentativa de salvar o seu principal líder da prisão iminente e a oposição querendo o impedimento da presidenta, o que se vier acontecer jogará o país no caos, é hora de que as entidades e as pessoas mais representativas deste país, fora do campo político se mobilizem para salvar o país de uma catástrofe anunciada.

Como nenhuma liderança política brasileira tem o estofo moral para liderar ou assumir o comando de um país mergulhado num momento de crise como este que o Brasil atravessa, o que eu proponho é a formação de uma frente que reúna os partidos e entidades como a CNBB, OAB, ABI e as Forças Armadas para juntas pactuarem um projeto de pacificação, conciliação e salvação nacional.

Os partidos se revelaram incapazes para vencer um mar de crises que ameaça engolfar o país.

As Forças Armadas devem funcionar como fiadoras de um projeto de reconstrução nacional.
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