quinta-feira, 17 de março de 2016

Os petistas tarefeiros não se sentem animados para defender Dilma e Lula


 
Os petistas tarefeiros e orgânicos não se sentem motivados para defender o governo Dilma Rousseff e o ex-presidente Luís Inácio Lula da silva, porque nos quatros governos do Partido dos Trabalhadores (PT) só a elite petista e os novos convertidos ao credo petista foram valorizadas. Cito dois exemplos emblemáticos de ex-tucanos bem sucedidos sob os governos do PT a nível nacional e estadual, o senador Delcídio do Amaral (Sem Partido-MS) e o deputado estadual Fábio Novo no estado do Piauí.

Delcídio do Amaral e Fábio Novo se converteram ao messianismo petista, com a ascensão do Partido dos Trabalhadores (PT) ao poder em 2003. Enquanto o senador Delcídio do Amaral e o deputado Fábio Novo eram prestigiados e valorizados pelos seus respectivos governos, os petistas históricos, via de regra, pessoas da mais baixa estratificação social eram colocados à margem do processo.

Cito outros dois exemplos de petistas históricos e tarefeiros: Ribamar (de saudosa memória), o primeiro candidato a governador pelo PT no estado do Piauí e Félix, o primeiro candidato a prefeito de São Raimundo Nonato pelo PT. Ambos marginalizados no partido que ajudaram a construir e a chegar ao poder. Em São Raimundo Nonato na administração pública estadual, não existe nenhum petista ocupando cargos de chefia. Quando muito, trabalhando como servente ou faxineiro.

No plano federal o senador Delcídio do Amaral caiu em desgraça no momento em que era líder do governo no Senado. Ao ser pego pela Operação Lava Jato, sem nenhum pudor delatou meio mundo do governo e até o ex-presidente Lula.

O deputado estadual Fábio Novo é o preferido do governador Wellington Dias e da cúpula do PT estadual. 
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