sexta-feira, 27 de maio de 2016

É falsa a ideia de que a nossa produtividade é baixa





O homem com o advento da máquina deixou de ser o principal fator da produção e passou a ser fiscal da máquina

O processo de Automação Comercial e Industrial no Brasil está ocorrendo em um ritmo muito acelerado e é inevitável. Primeiramente, deve-se a recessão econômica, que gera a necessidade reduzir custos, elevar o lucro e a produtividade.

A queda no número de emprego é um fenômeno que não acontece só no Brasil, mas, em todo o mundo desenvolvido, porque o empresário prefere investir na aquisição de máquinas mais modernas e que produzem mais e não recolhem encargos sociais, do que na mão de obra humana. A ausência de encargos sociais e salários aviltantes na República Popular da China é o que faz os produtos chineses serem mais competitivos. Tão baratos, que produzidos a quase 25 mil quilômetros de distâncias, são colocados no nosso mercado, com preços muito mais atrativos.

Se na China são os baixos salários e a ausência de recolhimento de encargos sociais que barateia a produção, nos EUA e nos países da zona do euro é o emprego de alta tecnologia na produção. O emprego do robô e do computador na produção, praticamente elimina o trabalho humano e isso torna os produtos desses países mais acessíveis.

O Brasil que paga em média 12 vezes mais do que a hora trabalhada pelo operário chinês, não tem como competir com os produtos produzidos no império do meio.

O empresário brasileiro, de olho na produtividade, também já anda preferindo adquirir robôs e computadores que substituem o homem, porque se livra dos encargos sociais e produz mais e com muita mais eficiência e qualidade.

por Joachim Arouche
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