quarta-feira, 1 de junho de 2016

“Ainda há juízes em Brasília”



Waldir Maranhão: o solidário

“A frase Ainda há juízes em Brasília, que podemos usar em tempos difíceis, para dizer: não vamos desistir, nem tudo está perdido, ainda existe justiça nesse mundo, ou seja, ainda há juízes em Brasília”.

Recorro a essa frase extraída de um entrevero entre o rei da Prússia, Frederico II e um moleiro nas cercanias de Berlim, como quem apela para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), as únicas autoridades neste país, com estofo moral para barrar a ousadia, a sem cerimônia e a desfaçatez do deputado federal afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o seu pau mandado, o presidente interino da Câmara Federal, o deputado federal Waldir Maranhão (PP-MA) que não mede esforços para livrar o seu amigo e mentor da cassação.

Os atos desafiadores de Cunha, um deputado afastado pela Suprema Corte do seu mandato e consequentemente da presidência de uma das casas do Congresso Nacional desmoralizam as instituições brasileiras no plano nacional e internacional.

A imprensa de tanto ver crescer o poder de Eduardo Cunha e o pavor que o nome desse parlamentar inspira, no dia de hoje, não destaca a manobra que Waldir Maranhão tenta para salvar o seu dileto amigo da guilhotina.
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