segunda-feira, 22 de agosto de 2016

O palanque da discórdia, por Evandro Júnior


O palanque da “oposição” é formado pelo partido GolPPista e por uma boa parte dos NeoPetistas locais.

O primeiro é golpista porque foi seu Presidente Nacional que articulou a última e sorrateira manobra política para apear do poder a presidente Dilma.

O segundo tem na sua expressiva maioria aqueles que embarcaram no Partido dos Trabalhadores depois que esse chegou ao poder, quando estava no seu auge. Na época em que o PT era formado na sua grande parte por trabalhadores rurais e sindicalistas, os atuais NeoPetistas passavam era por longe. Os verdadeiros petistas eram tratados como revoltados e baderneiros.

O dito palanque retrata bem a força do poder de “convencimento “ daqueles que ocupam o poder nos palácios de nossa capital que, estão a se lixar para a opinião do sanraimundense. Quem conhece a história política dos últimos 24 anos de São Raimundo entenderá muito bem o que escrevo. 

Por lá não há entendimento entre eles. Um não gosta do um que, não gosta do outro e, nenhum deles gosta do falastrão.

O famoso falastrão é praticamente unanimidade na sua rejeição. Até mesmo a própria candidata não lhe tem apreço. Segundo a boca do povo, o mesmo teria descumprido um acordo político entre eles firmado em troca de apoio para a eleição de 2008.
É uma verdadeira guerra de egos e interesses pessoais. Cada um buscando ocupar seu espaço, nem que, para isso, seja preciso passar por cima do “companheiro.”

O engodo é grande. Até o próprio candidato a vice já teria declarado publicamente que foi forçado a compor a chapa. Segundo comentários, o mesmo teria dito que o PT local armou para ele ocupasse a vaga de vice.

Falando em intrigas e traições políticas, há informações de que a atual candidata a prefeita na eleição anterior, teria passado uma “rasteira política “ no seu atual primo-vice que, na época , era candidato a prefeito.

Numa manobra política, a mesma teria negado o apoio político ao seu atual companheiro de chapa, em troca de um apoio político para o seu esposo, numa cidade vizinha, não muito distante daqui.

A bem da verdade é que, eles não estão juntos, apenas estão se “tolerando.”

por Evandro Júnior
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