terça-feira, 2 de agosto de 2016

Temer não está pensando no povo brasileiro



"Governo teme que cassação de Eduardo Cunha possa atrapalhar a aprovação do impeachment de Dilma”. (Jornalista Ricardo Noblat)

Só as pessoas ingênuas e que estão sendo beneficiadas pelo governo provisório de Michel Temer, acreditam na conversa fiada desse político peemedebista, pois ocorre que o presidente licenciado do PMDB só está pensando em assumir em definitivo o governo e para que o seu projeto de poder se concretize, ele precisa posar de bonzinho, de pessoa confiável e humanizada perante a nação brasileira. E é exatamente isso que ele está fazendo, como por exemplo ao levar o seu filho na escola e convocar toda a imprensa para cobrir esse acontecimento "extraordinário".  

Essa frase citada acima de autoria do consagrado jornalista e blogueiro Ricardo Noblat, desmistifica a pessoa confiável Temer tenta se mostrar, porque ela revela que o presidente provisório neste momento, está muito preocupado em cassar o mandato da presidenta Dilma Rousseff do que tirar de cena um político, um político que tanto mal tem feito a este país, o deputa federal afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Em tempo: Temer está tendo que se explicar aos tucanos, sobre a manifestação do presidente tampão da Câmara Federal, o deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) que acaba de lançá-lo candidato à reeleição em 2018. Desnecessário dizer que essa manifestação de Maia, feita para agradar o presidente provisório provocou um grande mal estar nas hostes tucanas e acendeu o alerta na cúpula do PSDB que acredita piamente que Temer sonha em disputar a sua própria sucessão.  Isto é, se o seu governo conseguir vencer todas as crises que estão atormentando o povo brasileiro.

Temer que conta com o apoio do Partido Progressista (PP), o partido de Paulo Maluf e presidido pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI). Convém lembrar que o PP traiu Dilma Rousseff ao votar pela admissão do processo na Câmara Federal e no Senado e deverá confirmar o seu voto na segunda votação pelo impedimento da Presidenta Dilma Rousseff, uma presidenta que fez uma opção preferencial pelos excluídos e despossuídos.

por Tomazia Arouche
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