segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A Lava-Jato não beneficiará nenhum partido tradicional



A política do toma lá dá cá e do é dando que recebe, é uma criação do PMDB.

Em 2018, o eleitor brasileiro irá exercitar todo o seu poder de indignação contra os partidos tradicionais, deixando de votar nos responsáveis e corresponsáveis pelas crises política, econômica, moral e ética que se abateram sobre este país nas últimas três décadas. 

Os graves problemas que este país atravessa, não começaram agora, eles vêm de longe, podemos dizer que começaram com a ascensão do PMDB ao poder em 1985, mais precisamente com o governo do ex-presidente José Sarney. Um político que assumiu o governo num momento muito delicado, com boas intenções, mas que foi obrigado a abortar o Plano Cruzado, para eleger quase duas dezenas de governadores peemedebistas. A propósito, no início do seu governo, Sarney era visto como a rainha da Inglaterra, que reina, mas não governa. Acontece que o “saudoso” Ulisses Guimarães funcionava como um primeiro ministro e Sarney com o seu espírito contemporizador, aceitava o jogo imposto por Ulisses e a sua turma, até o momento em que José Sarney sentiu que a travessia para a democracia na não corria mais perigo, pois além de ele já ter feito as mudanças necessárias no seu governo, já contava com o apoio da caserna. 

Em tempo: neste momento em que o povo brasileiro exige o fim do foro privilegiado ou prerrogativas de função, lembrar que foi Ulisses Guimarães que permitiu constar da nossa Carta Magna, excrecências como foro privilegiado e o direito do criminoso que tem curso superior de ser preso num cárcere com algumas regalias, desmistifica o senhor diretas, como ficou nacionalmente conhecido esse político paulista que liderou o Movimento Pelas Diretas.

Cada fica mais patente o caráter mistificador do PMDB, o partido responsável pelas agruras que o brasileiro de classe média e pobre está sofrendo, com o agravamento das crises política, econômica, ética e moral. Crises essas que fizeram a inflação explodir, o desemprego ultrapassar a casa dos dois dígitos e a desconfiança do investidor nacional e estrangeiro.
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