quarta-feira, 9 de novembro de 2016

É a alternância de poder, estupido!



Na realidade, a vitória de Donald Trump deveu-se a uma conjunção de fatores, com destaque para o empobrecimento da classe média norte-americana.   

Não se concebe uma democracia sem alternância de poder. E foi isso que os norte-americanos exercitaram no dia de ontem, (8/11) ao elegerem o bilionário Donald Trump, o 45º presidente da maior democracia do mundo. Se Trump vai ser um grande presidente, isso fica para a história julgar.  

Os EUA que elegeram há quase oito anos, um negro democrata para suceder George W. Bush, quase elegeram uma mulher democrata pela primeira vez na sua história. A candidata Hillary Clinton que se eleita presidenta em 2016, daria mais cinco anos de mandato ao Partido Democrata, o que convenhamos não é bem democrático.

Contra a candidata Hillary Clinton pesou muito, além dos oito anos de governo Obama, o fato de ela ter aceito sem reclamar e sem se divorciar, os casos de traição do seu marido, o ex-presidente Bill Clinton. O que revela o espírito pusilânime dessa mulher.  

A crise financeira internacional que atingiu em cheio os EUA e que ainda não foi vencida, também pode ser vista como um componente a mais. O elevado índice de desemprego em muitos estados norte-americanos, também contribuiu para a vitória de Donald Trump. Agora seja o que Deus quiser. Deus salve a América e o resto do mundo.  

Por Anthony-Isaac Silvestre de Sacy Souza
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