sábado, 24 de dezembro de 2016

EUA: O mercado e os seus interesses acima de tudo



Uma figura histriônica e ridícula

“Que haja uma corrida armamentista”. (Donald Trump, o presidente eleito dos EUA).

Não é segredo para ninguém que a indústria mais poderosa dos EUA é a indústria bélica. Uma das indústrias que mais emprega nesse país. Daí o irmão do norte viver fomentando guerras em todos os continentes.

Para que essa importante indústria norte-americana funcione, gere empregos e divisas é preciso que haja mercado para os seus produtos.

Em todos os conflitos que aconteceram ao redor do mundo no século XX, os EUA foram os maiores fornecedores de armas para ambos os lados do conflito. Seguido por Israel, outro grande produtor de armas.

Como os Estados Unidos da América (EUA) precisa voltar a crescer e se posicionar com o país mais rico e mais poderoso do mundo, o futuro presidente desse país, o empresário Donald Trump não terá nenhum pudor ou drama de consciência em patrocinar conflitos em qualquer parte do mundo, desde que esse conflito signifique um novo mercado para a colocação dos seus produtos. Com essa frase que abre este texto, o senhor das armas aponta, sinaliza para uma das suas prioridades.

Com Donald Trump no comando dos EUA, o mundo ficará mais perigoso e os países pobres vão ser estimulados a guerrearem entre si, para que o mercado de armas volte a ser um fator de crescimento do país de Trump.

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