domingo, 8 de janeiro de 2017

A mulher hoje se basta a si mesma




“A felicidade é para quem se basta a si próprio”. (Aristóteles)

A mulher que durante milênios viveu sob o jugo do homem e dele era dependente até para sentir prazer sexual esporádico, com o advento do feminismo e a descoberta do homossexualismo feminino, descobriu que para ser feliz, ela não depende fundamentalmente do homem, bastando para ter prazer e ser feliz, vencer as barreira dos preconceitos estabelecidas pelas religiões judaico-cristãs e pelas sociedades arcaicas e atrasadas - que classificam a masturbação e o ato sexual entre pessoas de um mesmo sexo, como pecado e em algumas sociedades, até como crime.

Na atualidade, no mundo dito civilizado, as mulheres a cada dia se tornam menos dependentes do homem machista, seja no ambiente doméstico, no mundo corporativo e no ambiente recreativo.

O homem que num passado recente, via a mulher simplesmente como uma máquina reprodutiva, uma máquina de prazer, uma serviçal e cuidadora dos seus filhos, nos dias de hoje, está perdendo o domínio sobre um ser outrora submisso e sem vontade própria. Sobre uma mulher que tinha o casamento como um objetivo a ser alcançado e a maternidade como a sua maior realização. Tudo isso passou para um plano secundário. Decisões essas que estão libertando as mulheres da força repressiva dos homens, que não conseguem perceber e acompanhar as mulheres no seu crescimento espiritual e consciência cidadã.

A mulher da metade do século XX e XXI, descobriu o prazer sexual, o afeto e o amor na pessoa do mesmo sexo e a mulher ao amar, desejar e se satisfazer sexualmente com uma outra mulher, passou a ser uma grande aliada dos movimentos que lutam pelo controle da natalidade e frear a explosão populacional.  

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