domingo, 1 de janeiro de 2017

Só pedidos e orações pela paz não resolve



O Papa Francisco pede paz, o novo Secretário-Geral das Nações Unidas, o português Antônio Guterres assumiu o seu novo posto pedindo paz. Desnecessário dizer que se trata de palavras vazias, ocas, porque tanto o Santo Padre como o Secretário-Geral da ONU, pouco ou quase nada podem fazer pela paz mundial.

O poder de ambas as autoridades não é real, como fica bastante evidente na manifestação do ex-ditador russo, Josef Stalin que ao saber que teria sido reprovado pelo Papa de Plantão, respondeu o seguinte: “Quantas divisões tem o Papa?”. O mesmo pode ser aplicado ao Secretário-Geral da ONU que embora disponha de alguns meios de persuasão, depende fundamentalmente das nações mais ricas para tomar decisões de amplitude nacional.

A figura do Papa e do Secretário-Geral da ONU são alegóricas e decorativas, porque, como já foi dito acima, elas não têm poder de influir decisivamente nos rumos dos conflitos existentes em todo o mundo. O propósito do Papa Francisco e do novo Secretário-Geral da ONU, Antônio Guterres é inegável que são bons, honestos, mas tanto a Igreja Católica, como a ONU não tem poder, repito, sequer para suas vozes serem levadas em consideração.

O mundo todo enlouqueceu e se nós ainda não mergulhamos numa terceira Guerra Mundial é porque os integrantes do Clube Atômico sabem que numa guerra nuclear poucos serão os sobreviventes.

“Em política internacional, se uma ação parece imprudente ou insensível e os responsáveis por ela não são malucos de carteirinha, em geral é porque foi feita para parecer assim, de propósito. Para mandar um recado.”

Só o medo impede que o mundo seja destruído pelos arsenais atômicos dos EUA, Rússia, China, Reino Unido, França, Índia e Paquistão. Israel tem bomba atômica mas, não confirma.

A paz só existe armada. É que a paz depende mais do medo do que de boa vontade e voluntarismo. Paz Armada é um termo usado para descrever um período na história política da Europa, que se estende desde o fim da Guerra Franco-Prussiana até a eclosão da Primeira Guerra Mundial e é caracterizado pelo forte desenvolvimento da indústria bélica das grandes potências e a crescente tensão nas relações internacionais.
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