quarta-feira, 19 de abril de 2017

O segundo motor da economia mundial recupera poTência

As exportações chinesas registraram em março a alta mais elevada dos últimos dois anos. Quando comparadas com o período homólogo do ano passado, as vendas ao exterior aumentaram 16,4 por cento, anunciaram as autoridades chinesas esta quinta-feira. As importações também continuaram a subir embora a um ritmo menos elevado. Em março foi registado um valor de 20,3 por cento contra os 26,4 pontos percentuais registados nos primeiros dois meses do ano.

O saldo da balança comercial com a União Europeia registou um excedente favorável a Pequim de 7,7 mil milhões de dólares. A relação com os Estados Unidos foi igualmente positiva com os números a fixarem-se em 17,7 mil milhões de dólares.

Para porta-voz do ministério chinês do Comércio o desequilíbrio da balança comercial entre as duas primeiras economias do globo deve-se a diferenças na estrutura econôomica, na competitividade industrial e na divisão internacional do trabalho. Mas Sun Jiwen sublinhou que o comércio entre os dois países é benéfico para ambos e que a China deseja importar mais dos Estados Unidos embora esteja dependente da procura no mercado doméstico.

A subida da temperatura nas relações entre os dois países é evidente desde que o presidente chinês, Xi Jimping, visitou os Estados Unidos.

Esta quarta-feira, o homólogo americano, Donald Trump, afirmou numa entrevista que afinal a China já não é um manipulador de câmbios, contrariamente ao que declarou durante a campanha eleitoral.
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