sábado, 22 de abril de 2017

São Vitor e o seu movimento emancipatório


Lagoa de São Vitor (potencial turístico)
Como fogo de monturo que começa e se espalha, sem que se perceba, assim começou o movimento pela emancipação do distrito de São Vitor, o maior distrito do município de São Raimundo Nonato (PI). Segundo alguns moradores dessa região, o distrito de São Vitor tem mais eleitor do que o município de São Brás.

O que é um movimento emancipatório

Os movimentos emancipatórios no Brasil são mobilizações que pregam o independentismo de certos territórios brasileiros, geralmente baseados no conceito de autodeterminação dos povos. Existe até um movimento emancipatório na região Nordeste, que luta pela independência de uma região que sempre foi discriminada pelas regiões Sul e Sudeste. Um movimento legítimo, diga-se de passagem.

Qual a justificativa mais frequente para que uma comunidade se mobilize para lutar pela emancipação do seu distrito ou povoado?

Tornar esse povoado independente é um sonho acalentado há muito tempo pelos moradores do distrito de São Vitor. É preciso lembrar que ali já existe um Centro Urbano significativo, pontos turísticos e que São Vitor possui histórico no ramo da apicultura, inclusive com cooperativas. Agora o que mais estimula os moradores desse distrito é o desejo desse povoado conquistar sua autossuficiência.

Em Tempo

Comitê em gestação

Um grupo de mais ou menos 30 pessoas está se reunindo no município de São Raimundo Nonato, para discutir a criação de um Comitê de Acompanhamento e Fiscalização Municipal (CAFIM), das Ações da Prefeitura e da Câmara Municipal desse município piauiense.

Esse comitê além de se propor e fiscalizar as ações da Prefeitura e da Câmara Municipal, pretende denunciar a nível local, estadual e nacional, os malfeitos praticados por agentes públicos e a omissão dos vereadores no que tange a fiscalização da gestão municipal.

Esse grupo está sendo formado por advogados, contadores, administradores de empresas e pessoas comprometidas com a boa e eficiente gestão pública e contra o abuso de autoridade que pode se dá na forma de pressão e terror. 

O número de participantes desse comitê é ilimitado. Quanto mais participantes melhor. Assim pensam os seus idealizadores. 
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