quarta-feira, 21 de junho de 2017

Doleiro rasga a fantasia do PMDB



Temer de há muito perdeu o controle do país”. (Tomazia Arouche)

Depois das bombásticas delações de Marcelo Odebrecht, Joesley Batista, agora é a vez do doleiro Lúcio Funaro. A delação de Lúcio Funaro, tido como operador do PMDB, pode até não acabar com o governo Temer, mas o deixará na lona, na corda bamba e respirando através de aparelho.

O doleiro Lúcio Funaro declarou à Polícia Federal, que o presidente Michel Temer sabia do pagamento de propinas na Petrobras. Funaro também disse que Temer orientou a distribuição de dinheiro desviado da Caixa Econômica Federal.

Diante de tantas denúncias que ferem de morte o governo Temer, esse governo não reúne mais as mínimas condições para continuar no comando do país, porque ele não tem apoio popular, não tem credibilidade junto ao mercado, o país está mergulhado num oceano de escândalos e num mar de desempregos. Já são quase 15 milhões de brasileiros desempregados e sem nenhuma perspectiva de que voltem a ser reinseridos no mercado de trabalho.  

O governo Temer ainda se mantém de pé, embora caminhe como um bêbado que caminha trôpego sobre pernas frágeis, porque é desaprovado por mais de 95% da população brasileira.

Com a delação premiada do doleiro Lúcio Funaro, o que ainda restava de apoio popular e político se desmanchou como um picolé ao Sol.

Um programa tendencioso     

O programa “Entre Aspas” da Globonews tem um viés tendencioso a favor do governo Temer. No programa de ontem (20/06), essa tendência ficou mais evidente ainda, uma vez que os dois convidados da apresentadora Mônica Valdwogel se apresentaram como advogados do governo e adversários da Operação Lava Jato, o ministro do STF Edson Fachin e do Procurador-Geral da República (PGR).  
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