sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Trabalho escravo em Timon em pleno século XXI

Os trabalhadores da Cooperativa dos Catadores de Lixo de Timon (COOCALT) trabalham em regime de escravidão, pois não tem carteira assinada e ainda por cima sofrem um desconto nos seus salários de R$ 42,00. Só que esses trabalhadores não sabem para que ou para quem seja descontada essa importância.

Agora há de se fazer uma pergunta: por aonde andam os fiscais da Delegacia do Trabalho que não conseguem fiscalizar esse tipo de atividade – que alem de ser um serviço mal remunerado, ainda expõe esses pobres trabalhadores a todo tipo de serviço que por ser insalubre está sujeito a todo tipo de doenças? Como sofre o trabalhador humilde que se submete a todo tipo de serviço!

Agora o mais grave de toda essa situação é que existem trabalhadores que antes trabalhavam na Secretaria Municipal de Limpeza (SELMA) que foram demitidos desse órgão e que automaticamente foram admitidos na COOCALT, sem contudo terem recebidos as suas indenizações.

Nenhum trabalhador autorizou a divulgação do seu nome por medo de represálias.

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