Os trabalhadores da Cooperativa dos Catadores de Lixo de Timon (COOCALT) trabalham em regime de escravidão, pois não tem carteira assinada e ainda por cima sofrem um desconto nos seus salários de R$ 42,00. Só que esses trabalhadores não sabem para que ou para quem seja descontada essa importância. Agora há de se fazer uma pergunta: por aonde andam os fiscais da Delegacia do Trabalho que não conseguem fiscalizar esse tipo de atividade – que alem de ser um serviço mal remunerado, ainda expõe esses pobres trabalhadores a todo tipo de serviço que por ser insalubre está sujeito a todo tipo de doenças? Como sofre o trabalhador humilde que se submete a todo tipo de serviço!
Agora o mais grave de toda essa situação é que existem trabalhadores que antes trabalhavam na Secretaria Municipal de Limpeza (SELMA) que foram demitidos desse órgão e que automaticamente foram admitidos na COOCALT, sem contudo terem recebidos as suas indenizações.
Nenhum trabalhador autorizou a divulgação do seu nome por medo de represálias.
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