Não é de hoje que eu percebo esse viés do povo
piauiense. A tendência do homem piauiense em fazer prevalecer sobre a mulher a sua
vontade e o seu sentimento de superioridade masculina.
Com a campanha eleitoral para governador já em marcha,
faltando mais de um ano para a eleição de 2014 e os nomes até aqui colocados
como sendo de prováveis candidato, ainda não surgiu um nome sequer, de uma
mulher para disputar a sucessão de Wilson Martins (PSB), do senador João
Vicente Claudino e ou para uma candidatura a vice-governador. Até o presente
momento a mulher piauiense está sendo alijada do processo eleitoral que irá
eleger o novo governador piauiense.
Depreende-se desse comportamento do macho piauiense que
a mulher aqui por estas plagas só serve como doméstica, muleta e acompanhante de homem, objeto
de prazer e instrumento reprodutor.
O vizinho estado do Maranhão já elegeu duas mulheres prefeitas
da capital (uma delas, a piauiense Gardênia Ribeiro Gonçalves) e governadora.
Mulheres como a vereadora Graça Amorim, e as deputadas
estaduais Belê Medeiros e Margareth Coelho, reúnem condições de comandar este
estado ou ocupar uma cadeira no Senado. A capacidade intelectual da mulher piauiense não deixa nada a desejar e relação ao homem.
Eu boto fé na mulher piauiense.

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