quarta-feira, 14 de novembro de 2007

As prefeituras não sabem mais viver sem depender do governo federal

Antes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo de Luis Inácio Lula da Silva, assim como são o Bolsa Família e outros programas do gênero, as prefeituras bem ou mal realizavam obras, com recursos próprios, de verbas especificas (de ministério a, b, ou c) ou do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Mas com a criação do PAC, a paralisia é total, uma vez que nenhum prefeito dispõe de recursos até mesmo para obras de pequeno porte. É o que dizem. Uns reclamam de barriga cheia, como se diz na gíria.

Em Timon, por exemplo, a crise de abastecimento dàgua que afta toda a população, segundo o secretário de comunicação da prefeitura, jornalista Olivan Rodrigues, só será resolvida com a liberação de recursos do PAC. Quer dizer que até lá, a população timonense vai ficar sofrendo com a falta desse bem essencial, é isso? Pois é isso mesmo, que você acabou de ler.

Tem razão o presidente da república Luís Inácio Lula da Silva, quando diz que tem muita gente usando os seus programas de governo para se promoverem e conquistarem votos do eleitor incauto. Daquele que não tem a capacidade de discernir o que é uma obra do prefeito e o que são obras do governos estadual ou federal. Como toda obra só é realizada no município, o prefeito malandro, procura passar para à população a ideia de que todas as obras realizadas no seu município são de sua autoria. O que não é verdade. É preciso observar o que dizem as placas- onde consta o valor do projeto e de quem é a obra.

Um pequeno lembrete: O programa de Aceleração do Crescimento, o Bolsa Família, o PROUNI e os programas de moradia, quando muito, tem uma contrapartida das prefeituras. Porem, são todos do governo federal.

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