A Central Única dos Trabalhadores (CUT)
e a União nacional dos Estudantes (UNE), que sob os dois governos Lula,
impediam trabalhadores e estudantes de saírem às ruas para protestar contra os
aumentos do preço das passagens, perderam o controle e o que o povo brasileiro
está assistindo neste momento, são às ruas sendo tomadas por estudantes e
trabalhadores, os mais prejudicados com os aumentos abusivos das tarifas de
ônibus.
Na cidade de São Paulo, os protestos
são contra o prefeito Fernando Haddad, que foi eleito, prometendo preços de
passagens mais baratas, sobretudo, para os moradores dos bairros mais distantes
do centro da capital paulista.
Embora o governo tenha oficializado a decisão de zerar as alíquotas da contribuição do Programa
de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade
Social (Cofins) pagas por empresas de transporte coletivo urbano dos setores
rodoviário, ferroviário e metroviário de passageiros, mesmo assim as passagens estão sendo reajustadas
em todo o país.
A situação tende a se complicar ainda
mais, caso as empresas desse setor insistam em aumentar os preços das
passagens.
Os trabalhadores e estudantes nesses
seus protestos não obedecem a um comando, como num passado recente, quando os
partidos de esquerdas e essas duas entidades ditavam as regras.
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