quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Leitura dinâmica



O governo do presidente Temer, após sua segunda vitória de Pirro (uma vitória obtida a alto preço, potencialmente acarretadora de prejuízos irreparáveis), ficou mais dependente de um grupo de partidos que gravita em torno do poder central e que sobrevive de fisiologismo político. E como Temer não é um líder, virou refém desse grupo que é useiro e vezeiro em se apropriar de governantes fracos.

O presidente Rainha da Inglaterra



Michel Temer, faz o tipo presidente Rainha da Inglaterra, que reina, mas não governa. Ocorre que tudo o que a rainha faz é através de ‘recomendações’ do gabinete que é comandado pelo parlamento. É assim que funciona no Reino Unido. No Brasil atual, a cada dia que passa o presidente da Câmara Federal e o ministro da Fazenda, assumem o protagonismo político, que embora o país apresente uma frágil retomada do crescimento econômico - é a economia e a Câmara Federal que dão sustentação a um governo capenga.

Por que o Papa Francisco recusou o convite de Temer?

Ao fazer um apelo ao clero brasileiro para que engrosse as fileiras daqueles que lutam contra as organizações criminosas que tomaram de assalto este país, o Papa Francisco se referiu ao Brasil, como sendo “Uma escandalosa corrupção”. Essa manifestação de Sua Santidade, o Papa Francisco, se deu logo após Temer convidá-lo para participar das comemorações dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil. Como quem diz: “Não vou chancelar um governo indecente”.  

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