sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Leitura Dinâmica



O governador Wellington Dias insiste em fortalecer os seus potenciais adversários. Alguém em sã consciência acredita que o partido do senador Ciro Nogueira (PP-PI), marchará com o Partido dos Trabalhadores (PT) em 2018? Só as pessoas ingênuas e puras de coração acreditam nessa possibilidade. Ocorre que PT e PP são como água e óleo - que até se unem, mas não se misturam.

E se o ministro da Justiça estiver certo?

O ministro da Justiça Torquato Jardim, para muitos cometeu uma heresia ao afirmar que no estado do Rio de Janeiro, o poder político, o narcotráfico e o aparato de segurança se confundem. Os filmes Tropa de Elite I e II trata da relação incestuosa que existe entre esses três setores da vida pública fluminense. Se o ministro da Justiça Torquato Jardim cometeu uma heresia foi ao generalizar, pois é óbvio que tanto na política como no aparato policial do Rio de Janeiro, existem pessoas sérias e preocupadas com a segurança pública, mas, ninguém pode negar que nas nossas policias existem muitas frutas podres que precisam ser retiradas do cesto, antes que haja uma contaminação geral. Unificar as policias, pode ser o primeiro passo no sentido de melhorar o serviço de segurança pública do Rio de Janeiro.

Em maus lençóis


A Procuradora-Geral da República (PGR), Raquel Dodge ao afirmar em petição ao Supremo Tribunal Federal (STF) não ter dúvida de que o atual ministro da Relações Exteriores e senador licenciado Aloisio Nunes (PSDB-SP) recebeu R$ 500 mil da Odebrecht em um esquema para financiar sua campanha ao Senado em 2010, colocou esse político tucano numa situação deveras embaraçosa, para dizer o mínimo, porque estabelece entre esse político paulista e essa empresa baiana, uma ligação que sugere troca de favores. E troca de favores entre políticos e empresas cheira à corrupção. Aloisio Nunes vai ter que se explicar de maneira muito convincente.

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