O deputado federal Paes Landim (PTB-PI), na sua recente
passagem pelo município de São Raimundo Nonato, localizado na região Sudeste do
Estado do Piauí, ao ser entrevistado no programa Factorama da Rádio Serra da
Capivara e ao ser questionado pelo comentarista político Dom Severino sobre o
seu voto a favor do presidente da república Michel Temer e contra 97% da
população brasileira que desaprova o governo do PMDB, Paes Landim disse que
votou não a favor de Temer, mas a favor da estabilidade do país. Uma
justificativa que a maioria daqueles que votaram contra a continuidade da
investigação da segunda denúncia contra o presidente, vem usando, como que para
não atrelar os seus destinos ao de Temer, que mesmo que não seja apeado do poder
até o fim do seu mandato, no dia seguinte ao fim do seu governo, a justiça
estará batendo na sua porta. O day ater
do fim do governo Temer, não será de repouso, mas de muita turbulência.
Só
uma terceira onda Lula dará um quarto mandato ao governador Wellington Dias
Não posso assegurar, porque não estive presente ao
encontro promovido pelo deputado federal Paes Landim com vereadores e algumas
lideranças políticas da microrregião de São Raimundo Nonato, na última
sexta-feira (3), num dos hotéis desse município, onde esse parlamentar segundo
algumas pessoas presentes a esse acontecimento político, disseram que Paes
Landim afirmou em determinado momento desse encontro, que no estado do Piauí
está sendo organizada uma grande frente com os maiores partidos piauienses para
derrotar o governador. A votação de alguns deputados da base aliada e a troca
de suplentes que estavam no exercício do mandato e que também poderia votar
contra o projeto de aumento de impostos do governo do Partido dos Trabalhadores
(PT), reforçam essa suposta afirmação desse deputado federal. Estou careca de
afirmar aqui neste espaço, que o governador Wellington Dias insiste em
fortalecer com cargos seus potenciais adversários. Quem viver verá!
Candidato
outsider tem pouca chance de sair candidato
Nenhum dos nomes até aqui postos, com exceção de Lula e
Aécio Neves, tem musculatura política para disputar uma eleição presidencial.
Marina Silva, Jair Bolsonaro e o outsider
Luciano Huck, não tem musculatura e partidos que sozinhos lhes garanta disputar
com chance a sucessão presidencial. Lula e Aécio dificilmente conseguirão se
livrar da justiça, fato esse que os colocam na extensa lista de candidatos
ficha-suja. Os escaninhos do Poder Judiciário estão repletos de processos
contra esses dois políticos. Contra Henrique Meirelles pesa a sua idade já
bastante avançada e a sua estreita ligação com políticos do naipe de Temer, Padilha, Moreira Franco,
Geddel Vieira Lima, Romero Jucá, Aécio Neves e Lula.

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