segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Litura dinâmica


O deputado federal Paes Landim (PTB-PI), na sua recente passagem pelo município de São Raimundo Nonato, localizado na região Sudeste do Estado do Piauí, ao ser entrevistado no programa Factorama da Rádio Serra da Capivara e ao ser questionado pelo comentarista político Dom Severino sobre o seu voto a favor do presidente da república Michel Temer e contra 97% da população brasileira que desaprova o governo do PMDB, Paes Landim disse que votou não a favor de Temer, mas a favor da estabilidade do país. Uma justificativa que a maioria daqueles que votaram contra a continuidade da investigação da segunda denúncia contra o presidente, vem usando, como que para não atrelar os seus destinos ao de Temer, que mesmo que não seja apeado do poder até o fim do seu mandato, no dia seguinte ao fim do seu governo, a justiça estará batendo na sua porta. O day ater do fim do governo Temer, não será de repouso, mas de muita turbulência. 

Só uma terceira onda Lula dará um quarto mandato ao governador Wellington Dias

Não posso assegurar, porque não estive presente ao encontro promovido pelo deputado federal Paes Landim com vereadores e algumas lideranças políticas da microrregião de São Raimundo Nonato, na última sexta-feira (3), num dos hotéis desse município, onde esse parlamentar segundo algumas pessoas presentes a esse acontecimento político, disseram que Paes Landim afirmou em determinado momento desse encontro, que no estado do Piauí está sendo organizada uma grande frente com os maiores partidos piauienses para derrotar o governador. A votação de alguns deputados da base aliada e a troca de suplentes que estavam no exercício do mandato e que também poderia votar contra o projeto de aumento de impostos do governo do Partido dos Trabalhadores (PT), reforçam essa suposta afirmação desse deputado federal. Estou careca de afirmar aqui neste espaço, que o governador Wellington Dias insiste em fortalecer com cargos seus potenciais adversários. Quem viver verá!

Candidato outsider tem pouca chance de sair candidato


Nenhum dos nomes até aqui postos, com exceção de Lula e Aécio Neves, tem musculatura política para disputar uma eleição presidencial. Marina Silva, Jair Bolsonaro e o outsider Luciano Huck, não tem musculatura e partidos que sozinhos lhes garanta disputar com chance a sucessão presidencial. Lula e Aécio dificilmente conseguirão se livrar da justiça, fato esse que os colocam na extensa lista de candidatos ficha-suja. Os escaninhos do Poder Judiciário estão repletos de processos contra esses dois políticos. Contra Henrique Meirelles pesa a sua idade já bastante avançada e a sua estreita ligação com políticos do naipe de Temer, Padilha, Moreira Franco, Geddel Vieira Lima, Romero Jucá, Aécio Neves e Lula.  

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