sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Governo federal admite reduzir preços dos derivados do Petróleo


Com a queda drástica no preço do barril de petróleo, o governo brasileiro pela primeira vez admite reduzir os preços dos seus derivados.

Um barril de petróleo que no ano passado chegou a se cotado a US$ 140, hoje está sendo vendido a RS$ 45. Mas mesmo assim, a gasolina e outros derivados do petróleo continuam subindo no Brasil.

O ministro das minas e energia Edson Lobão, para justificar os preços altos praticados em nosso país, mesmo com o preço do barril de petróleo tendo uma queda vertiginosa, o fato de o governo brasileiro ter sofrido grandes prejuízos, ao manter o preço da gasolina e do óleo combustível, baixo, quando o preço do petróleo disparou no mercado internacional.

Se o Brasil já atingiu a sua auto-suficiência na produção de petróleo, porque isso não se reflete nos preços da gasolina e do óleo combustível? Com a palavra o presidente da república Luis Inácio Lula da Silva, ministro Edson Lobão e os diretores da estatal Petrobrás.

Só falta agora o presidente Lula, dizer que a manutenção dos preços da gasolina e do óleo combustível, faz parte de um plano estratégico do seu governo para financiar o Pré Sal. Só falta essa, porque não existe nenhuma justificativa plausível para que os derivados do petróleo em nosso país continuem subindo.

Em Tempo:

O Estado do Maranhão começou a explorar gás e petróleo em águas profundas. A propósito: em 1966, no governo de José Sarney, foi anunciada a descoberta da maior bacia petrolífera do mundo, no município de Barreirinhas, no litoral maranhense, onde hoje, uma empresa americana Devon Energy Corporation reinicia a exploração de petróleo. E o que foi feito desse petróleo? Coincidência ou não, esse anuncio coincidiu com o governo ufanista dos militares. Pelo visto, foi tudo balela, ou não, pois quem vai desmentir ou afirmar a existência dessa enorme bacia é essa empresa norte-americana.

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