É num cenário como esse, que os últimos governos brasileiros, procuram se perpetuar, jogando migalhas assistenciais para um universo formado por mendicantes e pedintes, que sem nenhuma consciência do seu existir no mundo, recebem como gesto de generosidade, uma ação, na qual está embutida uma política de animação da dependência.
Programas como Fome Zero, Bolsa família e outros do gênero, não são criados para acabar com a fome e a miséria, mas para perpetuar uma dependência, que permite as classes políticas e dirigentes, a se manterem indefinidamente no poder. Esses programas, na realidade, não passam de um assistencialismo e clientelismo reinventado.
Ontem (02/05), ao assistir ao programa do PMDB no horário eleitoral, num determinado momento pensei está diante do filme Jurassic Park (Parque dos Dinossauros), dirigido por Steven Spielberg. Uma história que foca em paleontólogos visitando um parque temático com dinossauros ressuscitados por clonagem. É que nesse programa do PMDB apareceram figuras como José Sarney, Renan Calheiros, Michel Temer e outros políticos; com o mesmo tempo de rodagem. Homens que envelheceram na política, não por méritos, mas devido à manutenção da miséria extrema, que os brasileiros dos grotões de o Brasil profundo a votarem por gratidão e por necessidade.
Ninguém me convence que pessoas idosas, sem um passado digno, sem uma biografia respeitável, mereçam o voto de uma pessoa consciente politicamente. Até uma questão de natureza democrática, uma pessoa inteligente e livre votaria em políticos velhos e ultrapassados.
Pensando bem, o brasileiro, não tem motivos para votar no politico brasileiro, sobretudo, nessa velharia que insiste em permanecer influindo nos destinos da nação.
Enquanto os EUA elege um negro muito bem preparado, com vários diplomas universitários e uma folha extensa de bons serviços prestados a uma determinada comunidade, no Brasil, nós elegemos o nosso quadro dirigente com base no passado extremista. Eis ai a grande e fundamental diferença.
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