quinta-feira, 2 de junho de 2011

O comércio eletrônico ainda vai acabar matando o comércio tradicional

O comércio eletrônico ou e-commerce é duplamente prejudicial aos estados consumidores e que pouco ou quase nada produzem.  Primero, porque o código tributário brasileiro ainda não comtempla a venda feita através da Internet. Nesse caso, só quem se beneficia com as vendas online, por meio da  arrecadação de impostos é o estado vendedor e exportador. 

A facilidade da compra pela Internet é inegável, mas apresenta alguns riscos e afeta diretamente os estados pobres, que sobrevivem basicamente do comércio e funcionam como intermediários no processo de compra e venda. 

Com o crescimento das vendas através do comércio eletrônico, a tendência crescente é de queda nas vendas no comércio local, com um efeito imediato, que é o desemprego, que se fará sentir nas lojas, sobretudo, de vendas de eletroeletrônicos.

Alguma coisa precisa ser feita, no sentido de que os estados consumidores de produtos vendidos via Internet, pelos menos sejam beneficiados na divisão dos impostos arrecadados na fonte. Porque, no que tange a impedir esse tipo de venda, como uma forma de proteger o mercado local, isso não será possível.

A venda através do comércio eletrônico contribui efetivamente para a diminuição da empregabilidade. Essa ferramenta chamada a Internet, se por um lado facilita a vida do homem, por outro lado representa uma ameaça ao futuro do homem como ser utilitário.

Convém salientar que maquina não se alimenta, não sente frio, não necessita de casa para morar e nem adoece. Em suma: não consome produtos, que ao serem adquiridos fazem a roda da economia girar.

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