quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Dificultar a imigração é a solução para conter o terror

“Quem pariu Mateus que balance”, diz o velho e surrado ditado popular 

Os países ocidentais convivem com o terror pelo simples fato de facilitar a entrada nos seus territórios de pessoas estranhas as suas culturas e religiões.

As culturas e as religiões dos povos da Europa são muito diferentes das dos países do oriente e da África. Não por acaso, os três terroristas que trucidaram os jornalistas e chargistas da revista francesa Charlie Hebdo são de origens africanas e do oriente médio e seguidores de Ala.

Os europeus e norte-americanos vem cometendo erros ao aceitarem a presença de estrangeiros sem profissão nos seus países para que executem trabalhos considerados indignos para os padrões dos países desenvolvidos e agora estão pagando um preço muito alto, porque o terror está instalado dentro das suas fronteiras.    

O problema de insegurança que os países da Europa e os EUA estão enfrentando nas últimas década estão apenas começando porque os terroristas, movidos por razões religiosas e políticas, sobretudo políticas e que tem como alvo os países ricos e desenvolvidos, se consideram os vingadores dos seus antepassados que foram colonizados e escravizados pelos europeus e norte-americanos.

Para que franceses, alemães, ingleses, italianos e norte-americanos se sintam protegidos das ações de terroristas sanguinários só fechando as suas fronteiras para os seguidores de Ala e pessoas oriundas das antigas colônias.

Num mundo extremamente conturbado por problemas de desemprego, falta de moradias dignas, assistência médica e discriminação, qualquer motivo é motivo para uma pessoa desesperada perca a cabeça e cometa atos insanos.

A ONU deve trabalhar no sentido de reduzir a pobreza no continente africano, no oriente e na Ásia, com políticas de controle de natalidade, de modo a impedir novas explosões demográficas que forçam os países pobres a facilitar a migração. Cada país deve ter a capacidade de resolver os problemas de natureza interna. E a falta de controle de natalidade é um deles. Os países pobres por serem os mais religiosos, acabam sendo os mais populosos.

Joachim Arouche   

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