terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Pacotes de maldades de Levy poderá incluir caderneta de poupança

"A gente não tem nenhum objetivo de fazer nenhum saco de maldades, ou pacotes, mas vamos ter de fazer algumas medidas". (disse o ministro da Fazenda Joaquim Levy ao ser questionado sobre a possibilidade de haver ajustes de impostos e a criação novos impostos. 

A volta da CPMF que vem sendo defendida por alguns governadores conta com o apoio dos ministros da Fazenda e do Planejamento. O negócio é fazer caixa e aumentar à poupança do governo federal que por conta dos programas sociais e o encolhimento da economia, o déficit das contas públicas vem aumentando numa velocidade muita perigosa.

O aumento do Imposto de Renda (IR) esse é dado como certo, porque na opinião do ministro da Fazenda no Brasil existem muitas empresas que pagam pouco imposto de renda.

Nas últimas semanas, foram anunciadas mudanças nos benefícios sociais, como seguro-desemprego, auxílio-doença, abono salarial e pensão por morte, que ainda têm de passar pelo crivo do Congresso Nacional.

O novo governo da presidenta Dilma Rousseff começou o seu esforço para melhorar os dados da economia brasileira pelo elo mais fraco da corrente, ou seja, os trabalhadores que ao invés de serem beneficiados por esse novo governo, muito pelo contrário, estão sendo penalizados na suas garantias individuais.

Caderneta de Poupança

Em 2012 o governo mudou às regras da Caderneta de Poupança, um tipo de aplicação conservadora que é acessível ao pobre e tudo leva a crer que esse tipo de investimento também deverá mudar de novo as suas regras, caso o governo aumente o imposto de renda. É que a Caderneta de Poupança até 50 mil reais não é tributável.

O povo brasileiro ao votar em Dilma Rousseff foi vítima de estelionato eleitoral, pois tudo que a candidata à reeleição disse em palanque que não faria, ela está fazendo. 


Joachim Arouche

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