A palavra amo-te: é o alimento do amor
O convívio diário acaba nos acostumando com
a presença do outro, com a pessoa do outro
De tão acostumados, não nos damos conta da nossa
indiferença com relação a pessoa que amamos
Essa nossa indiferença não se trata em absoluto
de ter deixado de amar, mas de uma questão de hábito e
de acomodação à uma situação
Essa indiferença que começa com uma das partes
acaba contaminando a outra parte
e de repente em vez de um, são dois indiferentes
Com essa indiferença mútua
a relação vai se esgarçando,
de modo a que vai chegar o momento em que
ambas as pessoas envolvidas na relação
vão acabar se sentindo rejeitadas
Mesmo o amor existindo entre o casal,
isso não quer dizer que entre os amantes não aconteça o tédio
e o desconforto
Só que havendo boa vontade e compreensão mútua
do momento,
tudo se resolve com cada um fazendo movimentos na direção do outro
buscando reconquistar o amor que se julgava perdido
Tudo na vida é uma questão de saber que cada casal tem as suas idiossincrasias,
mas nada que não possa ser resolvido,
muitas das vezes, através de uma simples palavra: amo-te.
A palavra, sempre a palavra, elemento essencial
na aproximação e reaproximação das pessoas
Nada melhor do que um diálogo esclarecedor para
devolver a harmonia e a paz tão necessária ao casal
No amor não custa nada repetir sempre a palavra chave: amo-te
Autor: Consagrado do Divino Pai Eterno da Silva
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