quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Leitura Dinâmica

A nova Procuradora-Geral da República (PGR), Raquel Dodge, está saindo muito melhor do que o povo brasileiro esperava dela. Essa procuradora, que muita gente neste país, julgava ser uma invenção de Temer e que por consequência, ela seria muito grata a quem lhe escolheu como substituta do ex-procurador-geral da república, Rodrigo Janot. Ocorre que as decisões até aqui tomadas por Raquel Dodge, estão em consonância com a vontade do povo brasileiro, que é ver desaparecer da vida nacional, a excrescência que atende pelo nome de impunidade. “Em discurso feito na noite desta quarta-feira (1º), a procuradora-geral da República Raquel Dodge disse que sua agenda inclui “a luta pelo fim da impunidade”. Brava! Raquel Dodge está se saindo melhor do que a presidenta da Suprema Corte, ministra Cámem Lúcia.

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Amigos íntimos de Temer vão ter que responder ao juiz Sérgio Moro

Amigos de Temer sem foro privilegiado estão em maus lençóis. É que o ministro do STF, Edson Fachin, desmembrou da ação que envolve o presidente da república Michel, o seu ex-ministro Geddel Vieira Lima, os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Alves e o ex-assessor especial da Presidência Rodrigo Rocha Loures, o homem da mala. Com essa decisão de Fachin, os amigos do presidente sem foro privilegiado caíram nas mãos do juiz Sérgio Moro. Esses são os deserdados da sorte.

João Doria Junior: “O sem noção”

O enorme desgaste político que vem sofrendo o prefeito da cidade de São Paulo, João Doria Junior, se dá em função da sua ambição desmedida. Uma ambição que fez com que ele avançasse o sinal e quase atropelasse o guarda. O guarda em questão é o criador desse prefeito, o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, que apostou no seu pupilo, como quem aposta no futuro, num importante cabo eleitoral. Mas, Doria Junior do alto da sua soberba, acabou atropelando os acontecimentos e está vendo o seu “pequeno capital político” se desmanchando como se desmancha um picolé em pleno Sol. O prefeito João Doira Junior, sem nenhum motivo aparente, já andava se julgando um político de dimensão nacional e se apresentando como presidenciável. Uma pergunta que não quer calar: O que fez o prefeito João Doria Junior pela cidade de São Paulo, que lhe fez pensar que já tinha cacife para peitar o seu inventor e criador? Nada! A sua administração não existe e os resultados desses seus primeiros 10 meses de governo são medíocres.

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