A facção “Manifesto PT”, embora minoritária, inaugurou a divergência no Partido dos Trabalhadores, sinalizando que começou a ruir o apoio interno à permanência de Antonio Palocci no cargo de ministro da Casa Civil do governo Dilma. A facção oficializou sua posição pelo imediato afastamento de Palocci até que as denúncias sejam investigadas. A posição do “Manifesto PT” foi comunicada ao governo por um dos seus integrantes mais ilustres, o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP). (CB)
É preciso salvar o PT, antes que seja tarde demais
É preciso salvar o PT, antes que seja tarde demais
Algumas reações isoladas de políticos petistas, com mandato legislativo e executivo, revela uma tentativa de salvar um partido, que ao chegar ao poder, aos poucos foi se descaracterizando e se desmoralizando perante a opinião pública brasileira, na medida em que os escândalos protagonizados por petistas integrantes dos governos Lula foram acontecendo. O ministro chefe da Casa Civil, esse é um reincidente em matéria de escândalo. Ou o PT resolve fazer uma depuração, que lhe permita ver a sua boa imagem recuperada ou terá o mesmo destino dos partidos que no passado, o Partido dos Trabalhadores criticava e condenava.
A primeira voz a sugerir a saída do ministro Palocci
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-RS), ontem numa reunião coma presidente da república Dilma Rousseff sugeriu a demissão de Pallocci. Uma manifestação que faz coro com os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP), Walter Pinheiro (PT-BA), os governadores Jacques Wagner (BA) e Tarso Genro (RS) e o próprio ministro da Justiça José Eduardo Cardozo. Um grupo ainda pequeno, mas formado por petistas, os mais representativos, de um partido que foi criado para defender princípios morais e éticos.
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