A antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS),
hoje Rússia, uma federação que em determinado momento da história dividiu o
poder mundial e chegou a ameaçar a supremacia norte-americana, com a sua desintegração,
vem perdendo importância, relevância e influência em redor do mundo. O que hoje
ainda garante um peso mundial à Rússia é o fato desse país ter um assento nas Organizações
das Nações Unidas (ONU. Isso graças ao seu poder bélico.
A repercussão negativa da decisão conjunta da Rússia e da
China em rejeitar o projeto de resolução do Conselho de Segurança das Nações
Unidas (ONU) sobre a Síria, fez aumentar ainda mais o isolamento da ex-potência
comunista, que sem o poder de fogo que detém hoje a República Popular da China,
se isola do resto do mundo.
A máquina mortífera do ditador Bashar al-Saad, com o apoio
da Rússia e da China se sentiu mais encorajada a matar um povo que há mais de
40 anos vive sendo massacrado, primeiro pelo ditador pai que foi substituído pelo
ditador filho.
O apoio da Rússia ao ditador sírio deve ser inspirado no
aspirante a ditador Vladimir Putin. E a Rússia segue trilhando a sua vocação de
país que tem toda uma tradição antidemocrática.
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