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| José Sarney ainda por cima é um intelectual brilhante |
O Maranhão deve se preparar para um grande apagão, político e intelectual
Gênio em qualquer atividade, só aparece um de século em
século ou mais. Por exemplo, o Brasil nesses seus 512 anos de existência só
produziu um Pelé e o mundo só produziu um Albert Einstein. Na política, o
Brasil só produziu um José Sarney. Essa minha última afirmação, certamente vai
despertar a ira nos adversários e inimigos políticos desse maranhense, mas
ninguém pode negar que José Sarney é um gênio da política. Não estou afirmando que
os gênios não tenham defeitos. Longe de mim cometer tamanho disparate.
Para reforçar o que afirmo sobre José Sarney, basta
citar a sua enorme capacidade de poder administrar a transição de um regime de
exceção para o estado de direto pleno; num momento em que a caserna ainda não
estava de todo pacificada e Sarney - com toda a sua humildade e prudência, conduziu
o barco da democracia para um porto seguro. Foram muitas às tormentas
enfrentadas por esse barco, mas o seu timoneiro sabia navegar em mar revolto.
Dito isso, agora vamos ao que se propõe este texto, que
é abordar a orfandade que o estado do Maranhão vai ficar com a aposentadoria do
político José Sarney, que assim como o Papa Bento XVI, José Sarney também já
não reúne mais condições físicas para enfrentar grandes embates, como acontece
no Congresso Nacional e no tabuleiro político, onde sempre ganha e sobrevive, o
mais ladino, o mais sagaz, o mais inteligente, em suma, o mais bem preparado física
e intelectualmente.
Com a saída da cena de Sarney, um político que desde
que deixou a presidência da república representa o estado do Amapá, mas que
nunca deixou de influir de maneira decisiva na política do seu estado natal, o
estado do Maranhão vai ficar órfão, porque a política maranhense na atualidade
é formada por políticos medíocres, sem expressão e sem a capacidade intelectual
de um José Sarney. O deputado federal Sétimo Waquim, (PMDB-MA), nascido em
Floriano no estado do Piauí é a encarnação perfeita da atual safra de políticos
maranhenses. Sétimo Waquim, que é constantemente confundido nos corredores da
Câmara Federal, com vigilantes ou garçons.

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