terça-feira, 25 de junho de 2013

Dilma Rousseff não consegue liderar o país e por isso se fragiliza

"A ideia de convocação de uma 'Constituinte exclusiva' é um despropósito, uma medida para enganar a população que está nas ruas pedindo reforma. Eu não conheço constituinte exclusiva. Essa reforma política não precisa de Constituinte exclusiva. Pode ser feita mediante emenda constitucional". (frase do ex-presidente do STF e ministro aposentado Carlos Veloso)

Duas situações vividas pela presidenta Dilma Rousseff nos últimos dias revelam a sua incapacidade para liderar o país, sobretudo em momentos de crise, como este que o país está vivendo. A primeira situação foi o seu deslocamento de Brasília até o estado de São Paulo, levando a tiracolo o seu marqueteiro João Santana, para consultar o ex-presidente da república Luís Inácio Lula da Silva sobre que decisões tomar a respeito das manifestações que abalam o país. A segunda situação foi à proposta apresentada a 27 governadores e os prefeitos das capitais, para a instalação de uma Constituinte Exclusiva, para fazer a reforma política, considerada o nó górdio da política brasileira.  

Toda vez que Dilma Rousseff recorre ao ex-presidente Lula para consultá-lo sobre essa ou aquela decisão, se fragiliza junto a sua equipe, que passa a encará-la como um preposto de Lula. Alguém sem espírito de liderança e que passa para a opinião pública a sua fragilidade de incapacidade de liderar o país num momento de crise aguda.    

A instalação de uma Constituinte Exclusiva para fazer a reforma política é o sinal mais evidente de que a presidenta Dilma Rousseff, que controla mais de 80% dos deputados e senadores no Congresso Nacional, não tem pulso  para fazer essa reforma que só precisa ter vontade política. O que os governos petistas nunca revelaram nesses quase 11 anos de mandatos sucessivos do PT. 

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