sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Corte de gastos do governo não inclui propaganda oficial


A propaganda oficial do governo federal ao invés de ser reduzida num momento de crise profunda, muito pelo contrário, ela vem aumentando na medida em que o governo precisa melhorar a sua imagem. As propagandas do Banco do Brasil, Caixa Econômica e Banco do Nordeste (BNB) tiveram um incremento considerável neste ano.

As emissoras de televisão, jornais, rádios, sites de notícias e blogs, os mais beneficiados pela propaganda oficial, repercutem a necessidade de haver cortes no orçamento federal em todas as áreas, menos no item propaganda.

Não reside nenhum exagero na afirmação que diz, que sem a propaganda oficial, qualquer veículo de comunicação fecharia suas portas.

Até mesmo, os programas de debates, os que são mais críticos com relação ao governo da presidenta Dilma Rousseff são mantidos pela propaganda oficial.

A educação, a saúde, todos os programas do governo federal no entendimento dos comentaristas e mediadores dos veículos de comunicação devem sofrer cortes para salvar a economia, mas a propaganda, essa tem que tem ficar de fora. É que os donos desses veículos não costumam dar tiro no próprio pé.

por Joachim Arouche

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