sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Salvar Dilma não significa necessariamente salvar o PT



Salvar Brasil é urgente e requer de cada brasileiro um sacrifício adicional



Quando advogo a salvação do governo da presidenta Dilma Rousseff, o faço com o propósito de salvar o país, uma vez que é melhor fazer o ajuste fiscal e as reformas prementes sob o atual governo, do que sob um novo governo que fatalmente não contará com o apoio do Partido dos Trabalhadores (PT) e dos movimentos sindical, estudantil e dos trabalhadores sem terra e sem teto.

O recuo do vice-presidente da república Michel Temer da sua empreitada para desestabilizar Dilma Rousseff e levá-la a sofrer um impeachment e consequentemente assumir a presidência da república, é a admissão de parte desse político peemedebista de que não existe clima no país, pelo menos momentaneamente, para que este país passe por um trauma provocado pelo impeachment e que uma situação de extrema gravidade se torne mais grave ainda.  

Dilma Rousseff e o PT não tem mais futuro, mas a presidenta poderá entrar para a história, como uma mulher desprendida que abdicou do direto de continuar governando, após fazer o ajuste fiscal e realizar as tão esperadas reformas política, previdenciária e tributária. Com o país pacificado.

O momento que o Brasil vive, exige de cada brasileiro um ato de grandeza, patriotismo e altruísmo. 

Sebastião Rufino de Oliveira Maia 
 
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