terça-feira, 1 de novembro de 2016

“O lixo que não é lixo, separe”



Os nossos aterros sanitários estão sendo ocupados por resíduos, cuja destinação não é a priori, esses espaços. A prefeitura de Curitiba divulgou a informação de que, 30% do material enviado para a coleta seletiva na cidade é simplesmente rejeitado porque a separação é feita de maneira errada. É preciso saber se o que você está separando para a reciclagem em casa não está acabando indo para o lixo comum. Esse dado fornecido pela prefeitura de Curitiba, vale para todo o país.

Os caminhões de “Lixo que não é Lixo” recolhem diariamente toneladas e mais toneladas de resíduos das ruas, mas, de acordo com as secretarias municipais do meio ambiente dos municípios que trabalham com coletas seletivas, em média 30% do montante enviado para os aterros sanitários é rejeitado, ou seja, o lixo percorre todo o trajeto para o aterro sanitário, o que encarece e sobrecarrega o processo. Isso significa que a separação do não está sendo feita de maneira certa ou adequada.

Materiais como guardanapos e papéis sujos, etiqueta adesiva, fita crepe, fotografias, papéis sanitários (papel higiênico, fraldas absorventes…), cabos de panela e tomadas, clipes, grampos, espelhos, cristais, cerâmicas e porcelana, por exemplo, não são recicláveis.

O lixo tóxico domiciliar (pilhas, baterias e medicamentos vencidos, com limite de dez quilos no total ou até 10 lâmpadas fluorescentes), placas de computadores (lixo eletrônico) tem pontos de coleta próximos, como supermercados. O óleo vegetal, gordura animal ou banha podem ser guardados em garrafas pet transparentes de dois litros, para posterior entrega na coleta de lixo tóxico. Os mesmos serão encaminhados à reciclagem.

Os pequenos municípios em que pese as dificuldades de recursos para coletar, tratar e beneficiar o lixo, ainda reúnem melhores condições para cuidar do lixo, porque pequenos. Bastando apenas um bom trabalho de conscientização que deve começar pelo ambiente doméstico e pelas escolas, antecedidas de forte campanha de conscientização. Mas, não podemos esquecer que tudo começa no ambiente doméstico.  Com colaboradores  
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