sexta-feira, 18 de novembro de 2016

O PMDB na corda bamba sem sombrinha



O PMDB na corda bamba sem sombrinha. A sombrinha sugere equilíbrio, o que o PMDB equilibrista não tem.

O Brasil acompanha bestificado às prisões dos ex-governadores do estado do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho e Sérgio Cabral. O primeiro, um ex-peemedebista e o segundo um dos peemedebistas mais influentes da Nova República, com passagem pela Assembleia Legislativa do estado do Rio Janeiro, pelo Senado e pelo governo desse mesmo estado (duas vezes).  

Essas duas prisões acontecem alguns meses depois da prisão do político brasileiro mais poderoso da Nova república, o ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Consentino Cunha, preso atualmente numa das carceragens da Polícia Federal em Curitiba. Cunha que ao se sentir abandonado pelo sistema, gritou, esperneou e ameaçou implodir o governo Temer, com o lançamento do seu livro de memórias e uma provável adesão ao instituto da colaboração premiada.

O perigo continua rondando o governo frágil de Michel Temer. Frágil porque sem base social e desacreditado junto ao povo brasileiro, que em recente pesquisa, disse confiar mais nas Forças Armadas do que na nossa classe política.

A propósito: uma pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) deu o conceito de ótima e boa as Forças Armadas e uma outra pesquisa encomendada ao Datafolha pela OAB, apresenta as Forças Armadas como a instituição mais confiável.   

O clima no país é total insatisfação para com um governo que em nada defere do governo anterior.
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