quarta-feira, 5 de abril de 2017

Num futuro próximo poucos se aposentarão



Como as máquinas estão substituindo o ser humano nas linhas de montagem, nas indústrias, no comercio e na atividade rural, o emprego humano vai desaparecendo e como consequência do fim do emprego formal, a tendência é não termos mais aposentadoria através da previdência social.

A rotatividade no emprego e a dificuldade do pretendente a um emprego de se reinserir no mercado de trabalho é muito grande, daí a perspectiva do trabalhador da iniciativa privada nunca se aposentar por tempo de serviço.

A rotatividade no emprego é outro complicador para que o trabalhador se aposente. A rotatividade no mercado de trabalho é a substituição de um empregado por outro no mesmo posto de trabalho. No Brasil, as empresas têm total liberdade para contratar e demitir a qualquer momento sem precisar apresentar nenhuma explicação ao trabalhador. Desde que pague os custos da rescisão do contrato de trabalho.

E com a automação agressiva da atividade laboral, o trabalho humano corre um sério risco. Carl Frey, pesquisador da Universidade de Oxford que estudou a ascensão de trabalho automatizado, ganhou as manchetes quando previu que a automação colocaria até 47% de empregos americanos em "alto risco". A escassez de emprego e a exigência cada vez maior da atualização do trabalhador em competências digitais dificultam a reinserção do trabalhador desempregado num mercado de trabalho cada vez mais reduzido e extremamente exigente.   

Com a drástica redução do mercado de trabalho, o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) deixa de arrecadar e o aumento do déficit desse instituto inviabilizará completamente a aposentadoria pelo INSS.
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