quinta-feira, 22 de junho de 2017

O uso de tornozeleira é humilhante, mas tem um caráter pedagógico



Andrea Neves: a irmã do senador Aécio Neves
O preso em regime domiciliar, sob a condição do uso de tornozeleira, assim que sair na rua será apontado como um presidiário que para qualquer lugar que ele se desloque, até mesmo para o seu leito, continua sendo monitorado pela polícia. Isso é humilhante, mas terá um efeito pedagógico, sobre aqueles que pretendiam usar do mesmo expediente daqueles que estão sob a custódia da polícia.  

A irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), a jornalista Andrea Neves deixou a prisão nesta manhã; por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e ficará em prisão domiciliar; tanto ela quanto o irmão são acusados de receber R$ 2 milhões em propinas da JBS; após ação controlada da Polícia Federal (PF) que filmou a entrega do dinheiro a Fred Pacheco, primo de Aécio, que também ficará em prisão domiciliar e usando tornozeleira de prata.

Embora mantendo o mesmo entendimento do julgamento anterior, a maioria dos ministros entendeu que a prisão dos acusados pode ser substituída por medidas cautelares, como entrega de passaporte e recolhimento domiciliar.

Olha lá, lá vai ela de tornozeleira, grita um espirito de porco ou um cidadão indignado com os malfeitores deste país, apontando o indigitado, o acusado de um ilícito.
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