segunda-feira, 10 de julho de 2017

O sentimento de gratidão é o que nos move



Costuma-se dizer no Brasil, que a gratidão é um sentimento brasileiro que nos foi transmitido pelo judaísmo-cristão, que se caracteriza por um conjunto de crenças e tradições herdadas pelos cristãos.

Nossos sentimentos, nossas condutas, nossas ações e nossos comportamentos são modelados pelo meio e condições em que vivemos (família, classe e grupo social, escola, religião, trabalho, circunstâncias políticas e sociedade).

Se somos pessoas eternamente gratas, servis, extremamente humildes e via de regra, movidas pelo sentimento de gratidão, isso se deve à nossa formação judaico-cristã. “Bem-aventurados os humildes e gratos de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus: 5-32).

Dito isso, vamos ao que se propõe este texto, que é dar um exemplo de um ato de gratidão ao que recorro ao blogueiro Josias de Souza, que atribui a atitude do ministro do STF Alexandre Moraes, relator do processo de limitação do foro privilegiado de sentar-se em cima desse processo e impedir que ele avance. Um ato que segundo o jornalista Josias de Souza, deve-se ao fato de os maiores beneficiados pelo atraso do andamento desse processo, serem pessoas que contribuíram de certo modo para que Alexandre de Moraes virasse ministro, como o próprio presidente da república, os ministros Moreira Franco, Eliseu Padilha e Geddel Vieira Lima. Três deles ainda mantidos nos seus respectivos cargos, por serem protegidos pelo benefício da prerrogativa de foro.

O que foi dito acima, explica o fato de que sempre que nos referimos aos ministros do STF, classificá-los como ministros desse ou daquele presidente. O que sugere que o ministro escolhido e nomeado pelo presidente da vez, sempre lhe será grato e propenso a retribuir o ato de generosidade e bondade.   


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