Falta ainda uma semana para o Brasil conhecer o resultado da eleição que irá apontar o substituto de Lula no comando da nação, mas a guerra já começou entre os petistas, que já começaram a brigar por cargos no primeiro escalão de um governo incerto.
Se antes os petistas brigavam com o PMDB para reduzir a influência do partido liderado pelo candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Dilma Rousseff, Michel Temer, nos últimos dias os petistas passaram a brigar entre si, o que sinaliza sérios problemas para Dilma Rousseff, caso ela venha a ser eleita. A começar pelo ex-presidente Lula Da Silva, que vai querer influir diretamente na escolha do futuro ministério.
Se hoje a situação nos seio da campanha da candidata petista já é bastante tenso, pelos motivos acima expostos, o que se pode esperar de um eventual governo Dilma Rousseff? Uma guerra fratricida logo nos primeiros dias, o que poderá ocasionar um afastamento de Dilma Rousseff do Partido dos Trabalhadores (PT).
No Brasil existe uma cultura política, onde o político no fim de mandato e sem poder disputar a reeleição, ajuda a eleger o sucessor para querer fazer ficar manobrando, impondo a sua vontade sobre o seu pupilo. Mas isso acaba sempre em ruptura. Com o eleito não aceitando ser tutelado.
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